segunda-feira, 16 de junho de 2014



                                 A Denúncia na Pesca

             Livro Reportagem tem capítulo com denúncia de desvio de verba na pesca

Por Artur Rangel 

 

Seu Santinho mostra a foto do jornal da região sobre o convênio de produtores rurais e pescadores
                                     



No dia 30 de agosto de 1992, a Colônia de Pescadores Z-28, no município de Araruama-RJ, teve como um dos seus fundadores o senhor Alucírio Soares da Silva, 75 anos, mais conhecido como Seu Santinho.Denúncia foi feita durante os relatos sobre  a pesca na Região dos lagos, sendo feito para a matéria da Universidade Veiga de Almeida-Campus Cabo Frio de Jornalismo Especializado, coordenado pela professora Raquel Timponi.Ele contou sobre a sua vida na Colônia, as renúncias que obteve e a denúncia sobre a verba do Governo federal que foi dividida entre Ex-Prefeito e três funcionários da Caixa Econômica, na época.
 
O ex Presidente da Colônia de Pescadores realizou uma denúncia em relação aos fatos que ocorreram na Colônia, enquanto foi Presidente por 18 anos, Alucírio afirma possuir documentos guardados e fotografados para comprovar que tudo foi devidamente registrado, não gerando dúvida sobre a sua inocência quanto à denúncia:

- Eu tenho tudo fotografado. Eu saí da Colônia, mas tenho certas  documentações que provam a veracidade da minha fala. Eu tenho cada livro da Marinha, que é uma riqueza de informação, resume o aposentado,ex- Presidente da Colônia.


                   A contribuição de Santinho

A maior contribuição para a Colônia de Pescadores, segundo Seu Santinho foi o fato de ter renunciado ao cargo da Varig e o fato de ter passado uma loja de Ar condicionado, no qual era Sócio, no centro do Rio de Janeiro, na Rua Riachuelo.Podendo assim , assumir o controle da Colônia e ainda quitar as dividas que a mesma havia obtido desde a sua fundação.

- Eu era funcionário da Varig. Pedi dispensa da empresa de aviação. Quando vim passar uns dias em Araruama, um dos colonos pediu que eu  assumi-se a Colônia , naquela época (Agosto de 1992). Além disso, eu tinha uma sociedade de uma loja de Ar Condicionado lá no Centro do Rio de Janeiro, na Rua Riachuelo, nº 164.Eu pedi ao meu sócio,por telefone, para assumir completamente a loja e mandar para mim, de 3 em 3 meses, as informações da empresa e, um valor mensal em torno de  3 mil reais. O presidente da Colônia estava cheio de dívidas para pagar, como, por exemplo, contas  de luz, água, entre outros. Com o dinheiro que recebia da empresa de Ar Condicionado, eu ajudava a pagar as dívidas que a Colônia tinha. Foi a primeira ação em benefício da colônia que eu fiz, pagar todas as dívidas dela. Quitei todas as dívidas feitas pela Colônia, não fiquei devendo nada. A divída só não aumentou porque passei a cobrar 12 reais para cada um da Associação colaborar.É um padrão bem baixinho, lá embaixo. Mas começaram a questionar  o fato de ter muitos pescadores e embarcações na Colônia,com isso, passaram a deixar de pagar a contribuição mensal, os ranchos, cortando tudo, -  disserta Soares.

As suas participações em congressos, reuniões em prol da Colônia Z-28, sendo acionado pela Petrobrás e pelo Ministério da pesca e  Aquicultura, na Praça Mauá, Rio de Janeiro:

-Muitas vezes eu fui lá na Petrobrás, lá em cima, em Macaé, além de ir ao Ministério da Aquicultura, no Rio de Janeiro, na Praça Mauá. Tinha que preencher os Carnês do INSS do pessoal, pois ninguém da diretoria preenchia ou queria preencher,  sendo um consumo de tempo absurdo e eu não dava conta de tudo, desabafa Alucírio. 

           A denúncia de Alucírio Soares

Sobre a verba do Governo Federal, Soares foi taxativo em suas palavras, relatando em todos os detalhes o que aconteceu na época que Meira era Prefeito de Araruama e os envolvidos no desvio de verba do Governo Federal :

- Em 1998, foi disponibilizado um valor em torno de 600 mil reais, direcionado pelo Governo Federal. Sendo que destes 600 mil, 400 mil foi para Agricultura e 200 mil para associação. O Governo Municipal tinha como prefeito, na época,  Vilmar Dias de Oliveira, o popular Meira. Disseram que eu fiquei com esse dinheiro, fiz o que pude para receber o dinheiro do Governo Federal. Na época me ameaçaram de morte, e me acusaram diversas vezes de ter roubado o dinheiro. Saí da Colônia, por não ter encontrado apoio. Pedi para a minha irmã procurar um homem influente em Brasília, um funcionário do Governo FHC, mais conhecido como Santoro, ligado ao PL ( hoje PR), muito influente na época para me ajudar a saber sobre o paradeiro do dinheiro.Ele disse que 3 funcionários da Caixa Econômica Federal e mais o Meira, antigo prefeito, tinham investido esse dinheiro em seus bens pessoais, com a divisão de 50 mil reais para cada um, num total de 200 mil, destinados para a associação- Denúncia de Seu Santinho, pescador e ex-presidente da Colônia de Pescadores de Araruama.
Erasmo Businguer foi procurado e não manifestou resposta
                                                    

Erasmo Businguer foi citado e procuramos saber sobre o assunto. Até o fechamento da matéria, o ex-secretário de Agricultura e pesca do Governo Meira,  não se pronunciou. Mas o espaço e o direito de resposta sobre o assunto relacionado a Pesca está aberto para ele e todos os que estavam envolvidos no acordo do Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Araruama.




                                 A Denúncia na Pesca

             Livro Reportagem tem capítulo com denúncia de desvio de verba na pesca

Por Artur Rangel 

 

Seu Santinho mostra a foto do jornal da região sobre o convênio de produtores rurais e pescadores
                                     


No dia 30 de agosto de 1992, a Colônia de Pescadores Z-28, no município de Araruama-RJ, teve como um dos seus fundadores o senhor Alucírio Soares da Silva, 75 anos, mais conhecido como Seu Santinho.Denúncia foi feita durante os relatos sobre  a pesca na Região dos lagos, sendo feito para a matéria da Universidade Veiga de Almeida-Campus Cabo Frio de Jornalismo Especializado, coordenado pela professora Raquel Timponi.Ele contou sobre a sua vida na Colônia, as renúncias que obteve e a denúncia sobre a verba do Governo federal que foi dividida entre Ex-Prefeito e três funcionários da Caixa Econômica, na época.
 
O ex Presidente da Colônia de Pescadores realizou uma denúncia em relação aos fatos que ocorreram na Colônia, enquanto foi Presidente por 18 anos, Alucírio afirma possuir documentos guardados e fotografados para comprovar que tudo foi devidamente registrado, não gerando dúvida sobre a sua inocência quanto à denúncia:

- Eu tenho tudo fotografado. Eu saí da Colônia, mas tenho certas  documentações que provam a veracidade da minha fala. Eu tenho cada livro da Marinha, que é uma riqueza de informação, resume o aposentado,ex- Presidente da Colônia.


                   A contribuição de Santinho

A maior contribuição para a Colônia de Pescadores, segundo Seu Santinho foi o fato de ter renunciado ao cargo da Varig e o fato de ter passado uma loja de Ar condicionado, no qual era Sócio, no centro do Rio de Janeiro, na Rua Riachuelo.Podendo assim , assumir o controle da Colônia e ainda quitar as dividas que a mesma havia obtido desde a sua fundação.

- Eu era funcionário da Varig. Pedi dispensa da empresa de aviação. Quando vim passar uns dias em Araruama, um dos colonos pediu que eu  assumi-se a Colônia , naquela época (Agosto de 1992). Além disso, eu tinha uma sociedade de uma loja de Ar Condicionado lá no Centro do Rio de Janeiro, na Rua Riachuelo, nº 164.Eu pedi ao meu sócio,por telefone, para assumir completamente a loja e mandar para mim, de 3 em 3 meses, as informações da empresa e, um valor mensal em torno de  3 mil reais. O presidente da Colônia estava cheio de dívidas para pagar, como, por exemplo, contas  de luz, água, entre outros. Com o dinheiro que recebia da empresa de Ar Condicionado, eu ajudava a pagar as dívidas que a Colônia tinha. Foi a primeira ação em benefício da colônia que eu fiz, pagar todas as dívidas dela. Quitei todas as dívidas feitas pela Colônia, não fiquei devendo nada. A divída só não aumentou porque passei a cobrar 12 reais para cada um da Associação colaborar.É um padrão bem baixinho, lá embaixo. Mas começaram a questionar  o fato de ter muitos pescadores e embarcações na Colônia,com isso, passaram a deixar de pagar a contribuição mensal, os ranchos, cortando tudo, -  disserta Soares.

As suas participações em congressos, reuniões em prol da Colônia Z-28, sendo acionado pela Petrobrás e pelo Ministério da pesca e  Aquicultura, na Praça Mauá, Rio de Janeiro:

-Muitas vezes eu fui lá na Petrobrás, lá em cima, em Macaé, além de ir ao Ministério da Aquicultura, no Rio de Janeiro, na Praça Mauá. Tinha que preencher os Carnês do INSS do pessoal, pois ninguém da diretoria preenchia ou queria preencher,  sendo um consumo de tempo absurdo e eu não dava conta de tudo, desabafa Alucírio. 

           A denúncia de Alucírio Soares

Sobre a verba do Governo Federal, Soares foi taxativo em suas palavras, relatando em todos os detalhes o que aconteceu na época que Meira era Prefeito de Araruama e os envolvidos no desvio de verba do Governo Federal :

- Em 1998, foi disponibilizado um valor em torno de 600 mil reais, direcionado pelo Governo Federal. Sendo que destes 600 mil, 400 mil foi para Agricultura e 200 mil para associação. O Governo Municipal tinha como prefeito, na época,  Vilmar Dias de Oliveira, o popular Meira. Disseram que eu fiquei com esse dinheiro, fiz o que pude para receber o dinheiro do Governo Federal. Na época me ameaçaram de morte, e me acusaram diversas vezes de ter roubado o dinheiro. Saí da Colônia, por não ter encontrado apoio. Pedi para a minha irmã procurar um homem influente em Brasília, um funcionário do Governo FHC, mais conhecido como Santoro, ligado ao PL ( hoje PR), muito influente na época para me ajudar a saber sobre o paradeiro do dinheiro.Ele disse que 3 funcionários da Caixa Econômica Federal e mais o Meira, antigo prefeito, tinham investido esse dinheiro em seus bens pessoais, com a divisão de 50 mil reais para cada um, num total de 200 mil, destinados para a associação- Denúncia de Seu Santinho, pescador e ex-presidente da Colônia de Pescadores de Araruama.
Erasmo Businguer foi procurado e não manifestou resposta
                                                    

Erasmo Businguer foi citado e procuramos saber sobre o assunto. Até o fechamento da matéria, o ex-secretário de Agricultura e pesca do Governo Meira,  não se pronunciou. Mas o espaço e o direito de resposta sobre o assunto relacionado a Pesca está aberto para ele e todos os que estavam envolvidos no acordo do Governo Federal e a Prefeitura Municipal de Araruama.

Exposição Toda Arte é atração em Cabo Frio

A exposição "Toda Arte" foi a atração este mês, do Centro de Artes Visuais (CAV), em Cabo Frio. A abertura da mostra foi na sexta-feira dia 2, às 19h27m, com entrada gratuita. O CAV fica na Praça da Cidadania, em frente ao Teatro Municipal Inah de Azevedo Mureb, no bairro Algodoal.  

A coletiva Toda Arte é, no mínimo, incomum. Os artistas participantes não se agruparam por tema, técnica ou tendência, nem tão pouco por contemporaneidade, pois mistura gente muito nova com outros já maduros, experientes e estreantes em expor seus trabalhos. O fio condutor é o desejo em comum de saciarem sua sede na arte, e se possível em experiências coletivas. Uma via de mão dupla, troca no grupo e repasse para o interlocutor, o venerável público, aquele que vê, ouve, sente e aprecia. Uma mostra despretensiosa no sentido de mercar, porém nada ingênua no que tange a ousar e experimentar. 

Expositores:

A. Vidal, Adham Guerra (3 anos), Gregório de Negreiros (APAE), Jandir Aleixo (APAE), Sebastião Lima (Lar Esperança), Jiddu Saldanha, Maria Paula, Renato Alvim, Pablo Arvellos (12 anos de idade) , Liana Turrini, Clara Moura (9 anos), Selmo Serpa, Coletivo Dona Mariana: Mariana Ricci e Thiago Andrade, Coletivo Arte em Sibemol: Anna Alves, Beatriz Pedrosa, Gustavo Vieira, Thauan Moraes, Maria Guimarães, Manuela Paiva, Roberta Sampaio e Vanessa Mazzei e Coletivo Solo Yuri Vasconcellos.

https://www.youtube.com/watch?v=GsGXgUFZFSg&feature=youtu.be

Por:  Felipe Fidelis / Sabrina Sá 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Espetáculo Que amor é esse?


O espetáculo teatral Que amor é Esse acontece há 3 anos, e tem emocionado milhares de pessoas. Cerca de 2.000 pessoas assistiram o musical que envolve dança, teatro e projeto de Ação Social.

Esse ano, o espetáculo aconteceu no dia 31 de Maio no Teatro Municipal de Cabo Frio. Com o objetivo de levar a todos o conhecimento da mensagem da Cruz, que amor é esse é uma apresentação do amor de um Deus que nunca desistiu das pessoas, e por meio da sua morte, trouxe vida para a humanidade. 

O elenco conta com aproximadamente 60 pessoas, sob o comando da Diretora Daysi Moreno.

Confira no vídeo abaixo os melhores momentos!!






Nataly Santos e Luiza Trindade. 

domingo, 8 de junho de 2014


                                   AUMENTO DA VIOLÊNCIA ASSUSTA CABOFRIENSES

No primeiro semestre desse ano, o município vem registrando dados de homicídio e apreensão as drogas  acima do que foi registrado no mesmo período no ano passado.  Os moradores dos bairros como Jardim Esperança, Peró, Praia do Siqueira e Boca do Mato, vivem reféns dos conflitos entre duas facções criminosas. Segundo o cabeleireiro e morador, Fyllipe Duarte fala um pouco desses sentimentos dos cidadãos.
De acordo com o comandante-coronel do vigésimo quinto batalhão, Ruy França já foi traçado um plano para impedir o conflito das facções e intensificar o combate ao comércio de drogas. Além disso, declara que essa onda de violência não se deve as instalações da Unidade  de Polícia Pacificadora na Capital.

Por Paulo Alberto Velloso e Rayssa Costa

sábado, 7 de junho de 2014

A televisão é realmente fascinante. O jornalismo televisivo ainda mais.

       Que tal conhecer um pouco mais do que acontece por trás das câmeras, como o trabalho é feito, como o jornal que você assiste no conforto do seu lar é gerado? Parece muito simples, mas não é. Há uma longa preparação para que uma edição do jornal vá ao ar.
      Tudo começa na reunião de pauta, onde um turbilhão de ideias são apresentadas, todas elas são matérias em potencial, mas uma seleção é feita, e a maioria é "deixada de lado", isso porque elas não são descartadas, a maioria vira "matéria de gaveta", que pode ser usada em um outro momento, que por não serem factuais, não têm a necessidade de ir pro ar rápido. 
     Depois de decididas as pautas, os produtores entram em cena, apurando informações, colhendo dados, selecionando personagens, e tudo o que for preciso para compor a matéria. É montada uma pauta e entregue ao repórter, que faz o trabalho externo. Realiza filmagens (com o suporte do cinegrafista), sonoras, e constrói o texto da passagem, quem é onde a matéria em si é explicada para o telespectador entender do que se trata.            Depois das imagens colhidas, a gravação vai para a ilha de edição, onde os editores de imagem fazem o trabalho que vamos ver na telinha. Deixam o texto enxuto, mostrando só o que interessa, e faz as imagens estarem de acordo com o off construído pelo repórter. Aí o editor chefe do jornal dá uma última checada, se o VT ficou do jeito que deveria, e faz os últimos retoques, quando necessário. Depois disso, o VT entra na grade do playlist, que é a grade que vai pro ar. Pronto, agora é só assistir e ficar bem informado!

Jéssica Borges e Mateus Marinho.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

PROGRAMÃO! Que tal conhecer o fundo do mar?

Mar azul e vida marinha abundante transformam Arraial do Cabo na capital brasileira do mergulho



O instrutor de mergulho, Alan Moraes, explica um pouco dessa pratica e diz como você pode conhecer esse maravilhoso e misterioso universo subaquático.


O mar azul dá as boas-vindas a quem chega a Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. A cidade a 140 km da capital é conhecida como capital do mergulho, por causa dos mais de 13 pontos propícios à prática do mergulho. O paraíso atrai turistas e mergulhadores de todo o Brasil por suas águas límpidas, a vida marinha abundante e boas condições para mergulhar o ano todo. Ao fundo das águas transparentes de Arraial é comum encontrar belíssimos corais, muitas tartarugas, diferentes tipos de peixes ornamentais de vários tamanhos e cores, moreias, lagostas, cavalos marinhos.

Para quem quer conhecer a vida marinha, o mergulho de batismo é o passaporte inicial. Os marinheiros de primeira viagem ansiosos para desbravar o universo subaquático devem optar por essa prática que é indicada para quem não fez curso de mergulho. Nessa modalidade, um instrutor de mergulho acompanha a pessoa na aventura embaixo do mar chegando a 10 metros de profundidade.

Alan Moraes é dono da empresa de mergulho Ocean Brothers que fica localizada na Região. De acordo com ele, Além do mergulho de batismo que custa R$ 200, existem os cursos de mergulho básico e avançado e custam em média R$ 1000. A pessoa deve ter no mínimo 10 anos e ter boa saúde.
Vale lembrar que além da cidade de Arraial do Cabo, também tem outras cidades na Região dos Lagos que são consideradas ideais para a prática do mergulho, como Cabo Frio e Búzios.



Mayara Rodrigues e Rebeca Nascimento